Nossa Área de Abrangência:
O rádio obteve considerável crescimento nos investimentos publicitários nos últimos anos, adquirindo mais espaço e o reconhecimento de sua importância como veículo de mídia. Os profissionais de mídia decidem dedicar parte da verba do cliente ao meio rádio, baseados em fatos que são facilmente comprovados, pois basta observar o consumidor/ouvinte e analisar seus hábitos.
As pessoas ouvem rádio, em média, 3 horas e 45 minutos por dia, o que aumenta as possibilidades de que a mensagem comercial atinja o público-alvo as várias vezes que são recomendáveis.
O rádio pode acompanhar o consumidor na hora da compra. Pesquisa Marplan comprova que este veículo está junto a 93% do público na hora da compra. Este fator pode ser decisivo na guerra travada nas gôndolas do ponto de vendas, já que o rádio será a última mídia a atingí-lo. As possibilidades são multiplicadas se o anúncio for um jingle que dê bons resultados de recall.
A audiência da televisão não se aproxima do índice registrado pelo rádio durante o horário comercial, quando as empresas e comércios estão em funcionamento, ou seja, é uma mídia indispensável para atingir o consumidor durante o dia, quando as pessoas costumam fechar negócios e efetuar compras.
Outro dado interesse que deve ser considerado é que o horário nobre do rádio dura 13 horas diárias, enquanto o da televisão dura apenas 3 horas ao dia, sendo este um horário no qual a maioria das pessoas já estão em casa e querem apenas descansar. Apesar desta grande vantagem, a veiculação no rádio custa 15 vezes menos do que na TV. Segundo o Ibope, o rádio fica com o consumidor 17% mais tempo do que a televisão, além do fato de que ele pode estar em qualquer local que a mensagem será recebida, sem que tenha que estar olhando para o aparelho.
A pessoa pode realizar todas as tarefas ouvindo rádio, desde acordar e comer, até trabalhar, caminhar e locomover-se. Aumentam-se, assim, as chances do seu comercial ser assimilado. Prova maior destas afirmações é o dado do Ibope que diz que 99% dos motoristas que passam mais de 10 horas por dia dirigindo ouvem rádio assiduamente. O rádio está presente em 99% dos lares brasileiros e em 83% dos automóveis que circulam no país. A televisão, vedete da mídia, está em apenas 75% dos domicílios.
O fantasma que assusta profissionais de propaganda com relação ao meio TV não ocorre no rádio. Falamos do zapping, tradicional após o advento do controle remoto. O ouvinte, normalmente, não muda de emissora de rádio só porque chegou o intervalo comercial, ele apenas aceita-o e ouve, por não lhe ser desagradável.
Agilidade: A mensagem pode ser autorizada e veiculada no mesmo dia.
Seletividade: As emissoras possuem perfil de público bem definido, podendo atingir os segmentos jovem, adulto, popular.
Custo acessível: Requer poucos investimentos em termos absolutos (produção e veiculação), o que possibilita maior cobertura com uma freqüência eficaz, além do menor custo por mil.
Uma produção de alto nível para o rádio custa 95% menos que para a TV.
Conscientização da mensagem: A mensagem é recebida pelo consumidor de maneira que se fixe em sua mente, isto ocorre principalmente se a criação for específica para o meio e se estiver relacionada programação, ao perfil da emissora. Por exemplo, um jingle country numa emissora popular, que toca músicas sertanejas, atinge diretamente ao público alvo de maneira bem agradável, pois está literalmente inserida na programação. Certamente seu consumidor cantará seu jingle por aí.
Meio de maior cobertura: O rádio está presente em quase 100% dos lares brasileiros, além de acompanhá-los em seu percurso diário através dos aparelhos instalados nos carros e até mesmo os walkmans.
Formas de Comercialização: O rádio oferece vantagens até mesmo nos diversos modos de comercialização que podem ser utilizados. Além das inserções avulsas, geralmente de 30”, o meio oferece promoções em parceria rádio-cliente; patrocínios tanto de programas da emissora, quanto de grandes eventos; pacotes promocionais envolvendo revistas, jornais, internet e os Pedágios, tão conhecidos pelos ouvintes.
Aqui estão 14 razões incontestáveis que comprovam que o rádio é melhor vendedor que a TV. A publicação foi distribuída pela Rádio Morena FM de Itabuna, Bahia, que se posiciona como a primeira que abandonou o vinil em 1991, com uma programação 100% CD.
1. O rádio está junto ao consumidor na hora da compra, influenciando a decisão. Segundo a pesquisa Marplan, o rádio é o veículo que está junto a 93% dos consumidores na hora que antecede a compra. Ou seja, não importa o que ele viu na TV na noite anterior porque quem decide a compra é o rádio, o spot que ele ouviu a caminho do comércio.
2. Pessoas passam mais tempo com o rádio. Para convencer o consumidor ser comercial tem que ser ouvido por ele várias vezes ao dia e o rádio é o veículo que ele mais ouve, em média 3 horas e 45 minutos, mas com diversos casos acima de 4 horas diárias. Some a isso que as pessoas absorvem o que ouvem (palavras) com mais facilidade do que o que vêem (imagens), principalmente se a sua mensagem estiver em forma de jingle.
3. O rádio é imbatível no horário comercial. O rádio tem o triplo de audiência da televisão durante a manhã e mais do dobro durante a tarde. E mais: no horário nobre da TV (19 s 22 horas) o rádio atinge mais pessoas do que a TV durante todo o dia. Note que o rádio é imbatível justamente no horário em que as empresas e o comércio estão abertos, fazendo dele mídia obrigatória para quem efetuar uma venda. A TV só tem boa audiência noite, quando o comércio está fechado e o cliente está em casa (de pijama e sem intenção de sair). O rádio chega onde a TV não consegue ir.
4. O rádio atinge consumidores dos grandes ramos de atividade com mais eficiência. Segundo pesquisa, o rádio atinge a quase totalidade dos consumidores dos principais ramos de atividade em 15 dias.
5. O rádio chega onde a TV não vai. O rádio é o único veículo que atinge consumidor em qualquer lugar: começando o dia com o rádio-relógio, sendo companhia no café da manhã, no ônibus e no carro a caminho do trabalho, no restaurante, na hora do almoço, na lanchonete tarde, nas lojas do comércio, no happy-hour do bar, noite no encontro com amigos, na madrugada boêmia, na praia e na fazenda, no cooper e na bicicleta com o walkman (possuído por 51% da população). Enfim, o rádio é o único veículo que tem um público exclusivo, pronto para receber a mensagem, atingindo mesmo quando não quer.
6. O rádio está em 98% das casas, a TV em apenas 75% - uma vantagem de 23%. Nem todo mundo assiste TV, mas todo mundo ouve rádio. Além desta vantagem nas casas, o rádio está em 83% dos carros contra 1% da TV, e mais da metade da população acorda com o rádio-relógio.
7. O rádio atinge os donos de parabólica. Quem tem antena parabólica assiste seu canal preferido direto da rede sem ver os comerciais da emissora local. Só entre Itabuna e Ilhéus existem mais de 35 mil antenas parabólicas, o que significa um público potencial de 180 mil pessoas que não vêem os comerciais locais. Some a isso a ocorrência das vídeo-locadoras e o "efeito zapping" (detectado através de estudos, ele provou que a maioria das pessoas muda de canal durante os comerciais por causa da facilidade do controle remoto). Anunciar na TV local tem muito menos resultados porque mais de um terço dos consumidores não vê o comercial local. Em compensação você pode atingi-los através do rádio, ouvido pelos donos de parabólica. Você ainda tem o bônus de atingir o consumidor de vídeo no carro, na ida e na volta da locadora.
8. O horário nobre do rádio dura 13 horas, o da TV se limita somente a três. O rádio é imbatível das 6 horas da manhã até as 19 horas, mantendo um horário nobre de 13 horas contra o pequeno horário nobre da TV, situado entre 19 e 22 horas. É quatro vezes mais eficiência a favor do rádio, uma das razões do grande crescimento do veículo nos últimos anos. E com um custo 15 vezes menor.
9. Só o rádio acompanha o consumidor no verão, ganhando audiência sobre a TV. No verão as pessoas tendem a sair mais de casa durante a noite, o que esvazia o horário nobre da TV e aumenta bastante a audiência do rádio neste horário. Só ele pode ir com o consumidor para os bares, praças, a beira da praia e os calçadões. É um veículo especializado em acompanhar o consumidor onde for, marcando presença a todo momento em sua vida. O rádio acorda e passa todo o dia com seu cliente.
10. O rádio é o veículo de maior credibilidade. Todos os anos são realizadas pesquisas para aferir a credibilidade dos vários setores junto ao público, todo ano o rádio brilha. Ele é o segundo em credibilidade, logo atrás da igreja Católica, 6 posições acima dos jornais e 10 posições acima da televisão. Ou seja: as pessoas acreditam muito mais no que é veiculado no rádio e isto se reflete também em sua propaganda, que ganha veracidade.
11. Uma produção de rádio custa 95% menos. Você pode usar 10 helicópteros, 20 carros de Fórmula Um, uma fábrica inteira e milhares de pessoas em um spot de rádio gastando quase nada e em um prazo recorde. Isto porque o rádio usa a imaginação do consumidor ao invés de usar o seu bolso. Tente fazer a mesma cena na televisão e ela se transforma em uma superprodução de alguns milhares de dólares e meses de filmagem (se o tempo permitir). Além disso, quando você mostra uma "bela mulher" na TV, ela pode agradar ou não ao consumidor. Mas se você dez a ele, no rádio, que ali está uma "bela mulher", ele imagina a mulher de seus sonhos.
12. O spot de rádio pode mudar em uma hora. Um bom comercial de rádio pode ser produzido e estar no ar em menos de uma hora, enquanto o de TV requer mais de um dia e a boa vontade da emissora. Não é toa que vemos tantos comerciais "de natal" sendo veiculados na TV após 15 de dezembro, coisa que na rádio não acontece porque nele o comercial já mudou na madrugada do dia 16. No rádio sua loja pode fazer uma promoção diferente por dia ou até por hora, adequada ao ritmo de seus consumidores. Na TV isso é simplesmente impossível.
13. Anunciar no rádio custa 15 vezes menos. Parece incrível um veículo tão superior ainda por cima ser mais barato, mas é verdade. O rádio não só é mais barato que a TV, ele custa 15 vezes menos do que ela. Com o dinheiro que você gasta anunciando uma semana na TV, seu comercial pode passar 15 semanas no rádio, atingindo muito mais pessoas, com mais eficiência, isso durante o horário em que seu negócio está aberto. E o rádio ainda chega a milhares de consumidores que a TV não alcança.